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Golpes e fraudes bancárias · Fortaleza/CE
Falso advogado, falsa central de atendimento, falso funcionário do banco, boleto adulterado, golpe do motoboy ou do Pix. Quando há falha de segurança da instituição, é possível buscar a responsabilização do banco e a reparação dos danos. Atuamos na defesa das vítimas.
Sobre o serviço
Os golpes financeiros se tornaram sofisticados: criminosos se passam por advogados, centrais de atendimento e funcionários do banco, clonam páginas, adulteram boletos e exploram o Pix. Diante disso, uma pergunta é central — a instituição financeira cumpriu o seu dever de segurança?
O entendimento consolidado é o de que os bancos respondem, de forma objetiva, pelos danos decorrentes de fraudes praticadas por terceiros no âmbito de suas operações (Súmula 479 do STJ). Quando há falha nos mecanismos antifraude, ausência de bloqueio de movimentações atípicas ou vazamento de dados que viabilizou o golpe, discute-se a responsabilização da instituição.
Nosso trabalho é analisar como o golpe se deu, reunir a prova e demonstrar a falha de segurança — para buscar o ressarcimento dos valores e a reparação dos danos. Cada caso é examinado por suas circunstâncias; nem todo golpe gera responsabilidade do banco, mas muitos geram, e a diferença é técnica.
Registre o boletim de ocorrência, comunique o banco de imediato e, no caso de Pix, solicite o MED (Mecanismo Especial de Devolução). Guarde todos os comprovantes, prints e protocolos. A reação rápida aumenta as chances de bloqueio e recuperação — e fortalece a prova.
Tipos de golpe
Cada modalidade tem uma dinâmica própria. Abaixo, as mais recorrentes — e onde costuma estar a falha do banco.
Criminosos se passam por advogados de um processo real da vítima e pedem depósitos ou transferências urgentes. Analisa-se, entre outros pontos, eventual vazamento de dados processuais e a falha de segurança que viabilizou a fraude.
A vítima recebe ligação da suposta central do banco, que a induz a "proteger a conta" transferindo o dinheiro. Discute-se o dever do banco de identificar e barrar essas movimentações atípicas.
O golpista, fingindo ser gerente ou funcionário, obtém senhas ou autoriza operações. A origem dos dados usados e a segurança dos canais da instituição entram em análise.
Boletos adulterados ou emitidos por páginas clonadas desviam o pagamento. Examina-se a responsabilidade na cadeia de emissão e a segurança dos meios digitais envolvidos.
Após ligação simulando o banco, um "motoboy" recolhe o cartão da vítima. Analisa-se a atuação da instituição diante do padrão, já conhecido, dessa fraude.
Transferências induzidas por engano, QR Codes adulterados e contas laranja. Verifica-se o cabimento do MED e a responsabilidade do banco pela segurança da operação.
Como funciona
Você nos procura e descreve o golpe, enviando comprovantes, prints, protocolos e o boletim de ocorrência.
Examinamos como a fraude ocorreu e onde houve falha de segurança do banco, reunindo a prova necessária.
Definimos a via — administrativa junto ao banco ou judicial — para buscar o ressarcimento e a reparação.
Conduzimos a medida e acompanhamos o processo, com atualizações pelo sistema Berendes.
Por que conosco
Responsabilizar um banco por falha de segurança exige entender como funcionam seus sistemas, seus deveres de proteção e os pontos em que a segurança falha. É conhecimento acumulado em mais de trinta anos na área bancária — parte deles atuando pelas próprias instituições.
Somado à obra Prática Forense Bancária, de autoria de Alberto Bezerra, esse repertório permite sustentar, com fundamento técnico, a responsabilidade da instituição pela fraude sofrida. Trabalhamos com rigor e sem promessa de resultado, que a ética veda e a seriedade dispensa.
Perguntas frequentes
Depende das circunstâncias. Mesmo quando a vítima é induzida a agir, discute-se a responsabilidade do banco por falhas de segurança, pela ausência de mecanismos antifraude e por não barrar movimentações atípicas — saques ou transferências fora do padrão da conta. A análise é sempre do caso concreto, à luz do dever de segurança das instituições financeiras. Ter sido enganado não afasta, por si só, a responsabilidade do banco.
Registre um boletim de ocorrência, comunique o banco imediatamente e, no caso de Pix, solicite o Mecanismo Especial de Devolução (MED) o quanto antes. Guarde todos os comprovantes, prints de conversas, números de protocolo e e-mails. Quanto mais rápida a reação, maiores as chances de bloqueio dos valores e mais robusta fica a prova para eventual ação.
É possível, especialmente com o acionamento rápido do MED, que permite ao banco bloquear e devolver valores em casos de fraude. O sucesso depende da agilidade e de os valores ainda estarem disponíveis na conta destinatária. Quando a devolução administrativa não ocorre, avalia-se a via judicial contra a instituição.
Sim. Ainda que a chance de bloqueio imediato diminua com o tempo, a discussão sobre a responsabilidade do banco pela falha de segurança permanece possível dentro dos prazos legais. Vale reunir o que tiver de documentos e nos procurar para uma análise.
Pelo formulário de contato. Descreva o golpe e anexe os comprovantes, prints, protocolos e o boletim de ocorrência. Retornamos com uma orientação sobre os caminhos possíveis para buscar a reparação.
Descreva o que aconteceu e reúna os comprovantes, prints e o boletim de ocorrência. Retornamos com uma orientação clara sobre os caminhos para buscar a reparação.
As informações desta página têm caráter geral e não substituem a análise individual do caso concreto. Não há promessa de resultado.